A autobiografia do Hellinger fala do encontro do velho com a criança ao final da vida, quando deixa a casa pronta para o futuro. Começa com o amor por Sophie e a mãe, o pai, avós e a vida simples.

 

Como nós, tem traumas na infância e mais! viveu os horrores da #guerra e da difamação, como muitos sábios, sem quebrar seu espírito.

 

Não por ser superior, mas porque na contemplação viveu sua cura.

 

Fugiu da prisão de forma assustadora, com a morte de companheira em cada esquina e página lida.

 

Bert fala de Deus, uma força plena e insondável, diferente de um Deus sovina q exige sacrifícios.

 

Quantos filhos primogênitos foram sacrificados para salvar Canaã?

 

O q isso tem a ver com sacrificar-se para salvar o mundo ou a família?

 

Na guerra quantos jovens morrem pelo país? Como estes sacrifícios ainda atuam em nós?

Hellinger filosofa sem condenar os atos e seus efeitos, mas ultrapassando-os. Ele ensina como seguir em frente com confiança e sem julgamentos.

 

Depois do sacerdócio, fala de suas formações terapêuticas desde a dinâmica de grupo até a criação da Constelação Familiar Original Hellinger, e mostra como passou a vida inteira em profunda meditação, sem ficar ausente, sem pedestal.

 

Chega em outro amor que não exige sacrifícios e renúncias para se reconciliar com Deus ou com as pessoas. Fala de nossa igualdade diante de algo maior, que dissolve bem e mal no que Une.

 

Um amor por todos e por si mesmo. Conta dos efeitos do Sim, do Não, da fidelidade como bem precioso e fronteira que deve ser ultrapassada quando nos limita. “A verdadeira fidelidade é fiel à realidade como um todo” (Hellinger, 2020:94).

 

Está em sintonia com algo maior. E então Bert chega à mulher, ao homem, ao sexo: consumação do amor na carne.

 

Ao corpo e espírito em igualdade.

 

 

À #psicanálise, gritoprimal, script, PNL, hipnoterapia, terapiafamiliar e novamente à guerra, à voracidade do abismo dentro de nós.

 

O fascínio pelo abismo dá força para o que?

 

Saber dele protege? Osho, Lennon, Jung, Sheldrake e os hippies aparecem.

 

Finalmente disserta sobre a ajuda para vida, a Constelação Familiar e seus princípios de vida, consciências e outras dimensões abertas com Sophie e o Cosmic Power. Vale cada parágrafo!

 

 

 

Texto de Mônica Clemente.

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