Buscar

A paz.

Por Aline Pongelupi Nóbrega Borges.


Qual o propósito da vida? Quando seremos efetivamente felizes? Quando chega o fim de semana? Essas férias não chegam nunca!


Por vezes deixamos de viver o presente esperando ser felizes em algum momento específico, férias, fim de semana, um passeio, uma viagem. É claro que momentos assim devem ser aguardados. Mas precisamos reconhecer que uma viagem ou um passeio é um momento muito curto.


Viver 365 dias do ano para ser feliz em apenas em 1 mês de férias é desperdício! Encontrar a felicidade diária é questão de comprometimento, é questão de decisão.


É verdade que nem sempre estamos aptos a decidir e procrastinamos, as vezes, por questão de sobrevivência. Mas só sobreviver é desperdício de vida!


Todos buscamos felicidade. Trabalhamos incansavelmente para viajar no fim do ano, para ir a restaurantes, para comprar utensílios, e associamos os prazeres do consumo à felicidade.

Felicidade atrelada ao consumo “é fria”! A dose é eficiente a curto prazo e logo há necessidade de mais e mais.


O mesmo fazemos com a comida. Quando estamos tristes comemos doces, chocolates e encontramos doses de ânimo imediatas. Mas não dura, e há necessidade de mais e mais. E vamos somando e marcando nosso corpo com nossa falta.


Estamos em débito, sentimos falta de algo e procuramos refúgios rápidos e eficazes. Mas são fugas!


A felicidade do consumo e da comida não é real, é traiçoeira e cobrará seu preço mais tarde.


A felicidade é paz e quando estamos em paz estamos, “cheios”. Me sinto preenchida, não há vazios. É um sentimento que transborda. Não depende do lugar onde estou nem das pessoas que eu convivo. Não depende da comida que como, nem da roupa que uso.


Estou preenchida quando me reconheço. Entendo minhas fraquezas, minhas virtudes e percebo quão pequena sou em relação a imensidão do universo.


Estou em paz porque conquistei esse sentimento. A felicidade pode ser partilhada, mas é sentimento individual. Que pode ser desfrutado sozinho, sem qualquer interferência externa. Basta fechar os olhos e dizer com todo o coração: “ah! Como eu sou feliz!” E você será.


Aline Pongelupi Nóbrega Borges

0 visualização

NOSSAS REDES SOCIAIS

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram