Dharma - Sua Verdadeira Natureza.

Por Mônica Clemente (Manika).

#Jung dizia que algumas mulheres eram, sem saber, como um animal grande e potencialmente feroz.


Por isso temiam e se submetiam a “ratinhos”, com medo do que aqueles “roedores” podiam fazer.


Com uma mordida encerrariam uma questão adversa, mas não se conheciam. Até que elas recuperassem suas partes afogadas no desconhecimento de si mesmas iam ser manipuladas por pessoas fracas.


Assim que assumirem a jornada de autoconhecimento, sem autocomiseração, constroem outro tipo de relação.


Constroem, não atraem. É mais ativo (menos bela adormecida).


Quem se faz de vítima, quando tem possibilidade de mudar o jogo, se justifica e não se mexe.


É muito irritante para todos uma pessoa com sangue nos dentes dizendo “por que eu atraio este tipo de relação ou situação?”. Ela está no sentimento secundário, como disse Hellinger.

Aqueles sentimentos que camuflam a vivência do sentimento primário: raiva, tristeza etc.


A pessoa não está em contato consigo mesma e sua força de regeneração, que vem de seus sentimentos verdadeiros.


É claro que há situações nas quais somos submetidas à pressões maiores do que a gente, mas estamos falando de quando nos enganamos sobre nossa força, nos achando fracas onde somos fortes. Nesta hora assumimos cargas e karmas dos outros.


À medida que vamos desenterrando todas as “eus” de que somos feitas, conseguimos anteceder emaranhamentos que não nos pertencem. “aqui não sou eu, não é meu caminho.”


É aquele não pra gente mesmo quando achamos que temos que ajudar o que não temos que ajudar. É aquele não que diz, “Não! Esta situação não é meu algoz porque posso sair daqui.”


Às vezes não podemos, aí não tem a ver com o que Jung falava sobre se reconhecer.


Se uma pessoa tem a força de um tigre precisa seguir seu dharma de tigresa.


Já imaginou o fogo com dúvida de suas labaredas?


Ele se extinguiria.

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